O SEXO COMO RESUMO DE TUDO, A ANSIEDADE VINDA DE SUA ABSTENÇÃO E A INFLUÊNCIA NAS ARTES

Para Freud, tudo é sexo. E ele não estava nada errado.  O ser humano no seu estado normal é apenas sexo!
O homem disfarça, constrói, destrói, etc… mas o motivo primordial sempre foi adquirir sexo.
Respiramos ou nos alimentamos para adquirirmos sexo.
Ganhamos a vida, adquirimos posses, etc para facilitar as condições de fazer sexo.
Criamos os filhos para que um dia eles tenham condições de adquirirem sexo direito.
Nada nobre do homem parece estar desvinculado da coisa.
Até o amor, parece ser uma confusa e complexa interpretação de sensações sexuais.
Realmente, no fim tudo acaba em sexo mesmo, ele é o grande objetivo do homem, como se a natureza nos programasse para a procriação.
Mas o sexo também é uma força motriz: Podemos considerá-lo algo animalesco, instintivo e primitivo, coisa física, mecânica etc…
Mas sua ausência e as ansiedades conseqüentes geram tanta poesia… Sim! esse instinto simples e bestial de querer satisfazer-se egoisticamente, é o criador das grandes obras poéticas.
Pensem bem: Poemas ou canções de amor geralmente falam de desejar alguém, ou de ter perdido alguém. RESUMINDO: TUDO É SÓ ISSO!!!!
Todo o resto é discorrer sobre as ansiedades causadas pela dita falta.
Poucas são as manifestações da arte advindas de uma situação de plenitude sexual. O ser satisfeito não cria nada realmente bom, pois para criar, os seres precisam de adversidades, precisam que sua alma sinta falta de algo.
Se não concorda com isso, pergunte a si próprio o que mais gostaria de estar fazendo agora ?

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