CARPE, CARPE DIEM

Por que a vida não pode ser maravilhosa somente por existirmos? Somente por respirarmos regozijantes o ar gratuito que nos envolve?
Por que precisamos estar creditando a deuses e entidades tudo o que acontece? Pra que ficar nesse dramalhão todo? Que defeito é esse do ser humano?
Acham pouco a grandiosidade do cosmo? Ou o contentamento que experimentamos sempre que contemplamos um céu estrelado ou um nascer do sol?
Pra quê complicar? RELAXEMOS, POIS, e curtamos essa fresta de existência que gostamos de achar que é nossa.
Não contemos com paraísos futuros, e como lei, basta apenas fazer ao próximo o que faríamos a nós mesmos. Parece óbvio e piegas, mas é a pura verdade.
A VIDA É BELA, CACETE! E isso deveria bastar para que vivamos extasiados e a contabilizar um valor cada vez maior a cada segundo que vivemos, pois sabemos que faltam sempre bem menos do que gostaríamos. Em suma: devemos adquirir a noção de que ficamos mais valiosos quanto mais perto do fim estamos.
…todo o resto é ignorância ou frescura.

“…Carpe, carpe diem, colham o dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas” (Sociedade dos poetas mortos)

EU TENHO ANDADO A PENSAR…

OBJETIVO: ACABAR/REDUZIR COM A RELIGIÃO, APENAS PELA EDUCAÇÃO DO POVO
Eu realmente queria fazer algo quanto a divulgação do mal que as superstições fazem aos povos.
Acho que vou criar um grupo, ou procurar um que seja militante E PACIFISTA ao mesmo tempo. O cunho seria educacional.
Faríamos palestras, além de veicular propagandas em sites, rádio, tv, cinema e outdoors sobre o assunto.
A idéia é acelerar o processo em prol da melhoria humana, arejando o máximo possível de mentes.
Tem muita gente que vai passar a pensar melhor (e viver melhor) se souber que existe outro caminho, que é o da erudição.

ALUMBRAMENTO

Há algo novo no ar!
Estou tentando entender o que estou sentindo ultimamente. Sempre fui meio que meu próprio psicólogo.
Geralmente eu sempre me auto-analiso e sei tudo sobre mim, sendo eu um cara resolvido e sem neuras inquietantes.
Adoro esmiuçar meus turbilhões, e converso muito, interiormente comigo mesmo, complementando assim uma espécie de auto-terapia.
Mas de uns dias para cá, algo de novo permeia meu ser de maneira sutil mas de firme presença.
(Deixa eu fechar os olhos e tentar colocar em palavras o que é…)
…Parece ser uma sensação meio de “conformado”, uma espécie de condescendência para com a vida ou as pessoas.
Sei lá… talvez não seja bem isso. É meio que uma sensação e um pensamento vago, “concluído” tipo uma constatação.
Talvez algum hormônio tenha parado de ser produzido…
De uma maneira geral, eu sinto que é muito benéfico, pois me sinto enriquecido por como que “simplificar a equação”.
É como se eu acabasse de “deixar pra lá” um monte de besteiras que eu vivia considerando. Eu estou cada vez mais fazendo por menos.
Me sinto mais lúcido e compreensivo, e uma enorme tolerância me permeia. E estou adorando! Amo mais ainda a existência, pois menos coisas me incomodam.
Há um forte desejo de “aproveitar ternamente” cada segundo que me resta.
Sim, há uma sensação de finitude, e deveria ser ruim, mas é bastante atenuada… E BOA!
Uma espécie de hedonismo se instalou em mim: CARPE DIEM!
Descubro que nada é mais importante do que cada respiração prazerosa que damos, cada pôr de sol, cada rosto bonito, cada filme tocante, cada documentário do Discovery… enfim, não existe o bem e o mal, e nada é feio.
TUDO O QUE EXISTE para mim é maravilhoso.
De certa forma, desenvolvi o meu próprio NIRVANA PARTICULAR… só que em vez de anular os desejos, eu POTENCIALIZO os que realmente importam. Vivo nesse momento, um mágico alumbramento.

AS 4 ESSÊNCIAS

1 – Acima de tudo, amar a vida e o mundo. Tentar ser feliz, tranqüilo, curioso, perplexo e lúcido ao mesmo tempo.
2 – Se instruir ao máximo. Ler sobre tudo, devorar bons livros, captar o que for belo e ensinar tudo o que aprender.
3 – Manter/cultivar a exata noção da brevidade de tudo. Sentir-se humilde e afortunado perante o cosmo. (CARPE DIEM!)
4 – Cultivar a paz, respeitando a todos, SEMPRE se pondo no lugar do próximo, exercitando e ensinando a tolerância.